1- O que foi a atividae?
2- Qual a dificuldade encontrada para responder e desenvolver a atividade? Por queê?
3- A atividade contribuiu na sua formação? Por Quê?
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
Texto Mario Quintana
O tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mário QuintanaA vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
http://pensador.uol.com.br/autor/mario_quintana/6/
Um Apólogo
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
Texto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática - São Paulo, 1984, pág. 59.
Machado de Assis
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
Texto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática - São Paulo, 1984, pág. 59.
http://www.releituras.com/machadodeassis_apologo.asp
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
ASSUNTO: PRONOMES DEMONSTRATIVOS
Os pronomes demonstrativos demonstram a posição de um elemento qualquer em relação às pessoas do discurso, situando-os no espaço, no tempo ou no próprio discurso.
Eles se apresentam em formas variáveis (gênero e número) e não variáveis.
Eles se apresentam em formas variáveis (gênero e número) e não variáveis.
| Pronomes Demonstrativos |
| Primeira pessoa | Este, estes, esta, estas, isto |
| Segunda pessoa | Esse, esses, essa, essas, isso |
| Terceira pessoa | Aquele, aqueles, aquela, aquelas, aquilo |
- As formas de primeira pessoa indicam proximidade de quem fala ou escreve:
Este senhor ao meu lado é o meu avô.
Os demonstrativos de primeira pessoa podem indicar também o tempo presente em relação a quem fala ou escreve.
Nestas últimas horas tenho me sentido mais cansado que nunca.
- as formas de segunda pessoa indicam proximidade da pessoa a quem se fala ou escreve:
Essa foto que tens na mão é antiga?
- os pronomes de terceira pessoa marcam posição próxima da pessoa de quem se fala ou posição distante dos dois interlocutores.
Aquela foto que ele tem na mão é antiga.
Uso do pronome demonstrativo
Os pronomes demonstrativos, além de marcar posição no espaço, marcam posição no tempo.
- Este (e flexões) marca um tempo atual ao ato da fala.
Neste instante minha irmã está trabalhando.
- Esse (e flexões) marca um tempo anterior relativamente próximo ao ato da fala.
No mês passado fui promovida no trabalho. Nesse mesmo mês comprei meu apartamento.
- Aquele (e flexões) marca um tempo remotamente anterior ao ato da fala.
Meu avô nasceu na década de 1930. Naquela época podia-se caminhar à noite em segurança.
Os pronomes demonstrativos servem para fazer referência ao que já foi dito e ao que se vai dizer, no interior do discurso.
- Este (e flexões) faz referência àquilo que vai ser dito posteriormente.
Espero sinceramente isto: que seja muito feliz.
- Esse (e flexões) faz referência àquilo que já foi dito no discurso.
Que seja muito feliz: é isso que espero.
- Este em oposição à aquele quando se quer fazer referência a elementos já mencionados, este se refere ao mais próximo, aquele, ao mais distante.
Romance e Suspense são gêneros que me agradam, este me deixa ansioso, aquele, sensível.
- O (a, os, as) são pronomes demonstrativos quando se referem à aquele (s), aquela (s), aquilo, isso.
Recuso o que eles falam. (aquilo)
- Mesmo e próprio, pronomes demonstrativos, designam um termo igual a outro que já ocorreu no discurso.
As reclamações ao síndico não se alteram: são sempre as mesmas.
*são usados como reforço dos pronomes pessoais.
Ele mesmo passou a roupa.
*como pronomes, concordam com o nome a que se referem.
Ela própria veio à reunião.
Eles próprios vieram à reunião.
Este senhor ao meu lado é o meu avô.
Os demonstrativos de primeira pessoa podem indicar também o tempo presente em relação a quem fala ou escreve.
Nestas últimas horas tenho me sentido mais cansado que nunca.
- as formas de segunda pessoa indicam proximidade da pessoa a quem se fala ou escreve:
Essa foto que tens na mão é antiga?
- os pronomes de terceira pessoa marcam posição próxima da pessoa de quem se fala ou posição distante dos dois interlocutores.
Aquela foto que ele tem na mão é antiga.
Uso do pronome demonstrativo
Os pronomes demonstrativos, além de marcar posição no espaço, marcam posição no tempo.
- Este (e flexões) marca um tempo atual ao ato da fala.
Neste instante minha irmã está trabalhando.
- Esse (e flexões) marca um tempo anterior relativamente próximo ao ato da fala.
No mês passado fui promovida no trabalho. Nesse mesmo mês comprei meu apartamento.
- Aquele (e flexões) marca um tempo remotamente anterior ao ato da fala.
Meu avô nasceu na década de 1930. Naquela época podia-se caminhar à noite em segurança.
Os pronomes demonstrativos servem para fazer referência ao que já foi dito e ao que se vai dizer, no interior do discurso.
- Este (e flexões) faz referência àquilo que vai ser dito posteriormente.
Espero sinceramente isto: que seja muito feliz.
- Esse (e flexões) faz referência àquilo que já foi dito no discurso.
Que seja muito feliz: é isso que espero.
- Este em oposição à aquele quando se quer fazer referência a elementos já mencionados, este se refere ao mais próximo, aquele, ao mais distante.
Romance e Suspense são gêneros que me agradam, este me deixa ansioso, aquele, sensível.
- O (a, os, as) são pronomes demonstrativos quando se referem à aquele (s), aquela (s), aquilo, isso.
Recuso o que eles falam. (aquilo)
- Mesmo e próprio, pronomes demonstrativos, designam um termo igual a outro que já ocorreu no discurso.
As reclamações ao síndico não se alteram: são sempre as mesmas.
*são usados como reforço dos pronomes pessoais.
Ele mesmo passou a roupa.
*como pronomes, concordam com o nome a que se referem.
Ela própria veio à reunião.
Eles próprios vieram à reunião.
www.brasilescola.com/gramatica/pronomes-demonstrativos.htm
ATIVIDADE EM SALA 30/08/2011
1) Observe as palavras destacadas nas frases abaixo. Trata-se de casos de "impropriedade vocabular", ou seja, de palavras cujo significado não é adequado para o uso a que foram destinadas. Sua função é substitui-las por termos mais apropriados. Compare os seus resultados com os de seus colegas.
a) Os quatro rapazes sumidos na Serra do Mar foram encontrados ontem.
Resp. desaparecidos/ perdidos
b) Num laboratório da Universidade Federal do Rio Grande d Norte, foi achada uma célula capaz de retardar o desenvolvimento do cancêr.
Resp. descoberta
c) Muitos banhistas sofreram queimaduras de pele devido à violenta luz do sol.
Resp. intensa
d) O time foi fazer uma excursão na Europa para que os jogadores ganhem mais vivência.
Resp. experiência
e) Os parlamentares apresentaram sua intensão de investigar o caso.
Resp. manifestaram / falaram
f) Os alunos das escolas estaduais terão aulas aos sábados para botar a programação.
Resp. atualizar
g) O futuro é enigmático.
Resp. incerto/ duvidoso
h) Suas críticas são demasiadas.
Resp. ecessivas
i) Depois de negar várias vezes, o deputado repentinamente assumiu sua culpa.
Resp. inesperadamente
j) Será implantada uma refinaria na Baixada Fluminense.
Resp. instalada
k) A SUNAB irá divulgar a tabela de preços a ser implantada a partir de segunda-feira.
Resp.seguida
l) A reunião marcada na terça-feira aconteceu com a presença de todos os ministros.
Resp. realizou-se/ ocorreu
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